O nheengatu já foi o idioma indígena mais falado na Amazônia e atualmente ainda é utilizada por uma população estimada entre 6 mil e 30 mil indígenas e ribeirinhos.
A exposição sobre povos da Amazônia em Paris apresenta o cotidiano e as lutas de grupos como os seringueiros de Xapuri, os indígenas Sateré-Mawé, os catadores de açaí e os quebradores de coco babaçu.
Professora da Unifap no campus Oiapoque explora em tese e e-book as práticas de cura popular entre mulheres da região, com ênfase especial na tradição de curandeiras presente em sua própria ancestralidade.
O prêmio reconhece iniciativas de base comunitária, práticas sustentáveis e estratégias da ciência indígena que aliam conhecimento tradicional, manejo do território, agroecologia, monitoramento ambiental, cura e espiritualidade.
Números de um levantamento do Idesam revelam que há desafios importantes para territórios coletivos gerarem créditos de carbono e também se beneficiarem dos recursos.
Apesar da duração estimada de três meses, lideranças indígenas já expressaram o desejo de que a ação se torne permanente, dada a recorrência e a gravidade das invasões por garimpeiros, grileiros e madeireiros.