Caracterizando e definindo o que é desenvolvimento para a região, e admitindo a realidade de seu ambiente físico e social, se poderá desenvolver a Amazônia, mas do seu jeito.
Para Wilson Périco, novas matrizes econômicas poderiam tornar a Zona Franca mais independente em relação às decisões de Brasília, com maior poder de autonomia para ditar os rumos do desenvolvimento regional. “´É hora de buscar novas opções para fortalecer a indústria”, afirmou.
A Coimpa iniciou suas operações em 1973 e, desde então, passou por diversas transformações e atualizações para otimizar suas atividades no Polo Industrial de Manaus (PIM).
Jair Bolsonaro afirmou, enfaticamente, que, enquanto houver ZFM, haverá soberania do Brasil sobre a Amazônia. Como tornar isso factível se as entidades de classe da indústria de Manaus correm da sala para o banheiro sempre e quando o Ministro da Economia volta a dizer que vai acabar com todos os incentivos fiscais do Brasil, e esquece que nossa contrapartida fiscal é uma política do Estado brasileiro, não de governo A ou B, de quatro ou oito anos. Então, Brasil, vamos entrar em acordo?