Se o governo cumprir o que prometeu hoje (21 de julho de 2020) e enviar a futura proposta relativa ao Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, talvez nem conta seja preciso ser feita. Uma eventual mudança e extinção do IPI poderá ser fatal para um modelo que luta todos os dias em dizer: “eu ajudo a preservar a Amazônia e dou dignidade a sua gente!”.
Paulo Guedes, anunciou as novas medidas para retomar a produção industrial do Brasil. Só não mencionou uma única vez o Polo Industrial de Manaus, a terceira planta mais importante do país.
É necessário, mais do que nunca, cultivarmos a coragem, que Raquel de Queiroz descreveu bem na sua obra “Memorial de Maria Moura”: “Eu vou lá morro e pronto, se não for, morrerei muito mais”.
O economista Márcio Holland, FGV SP, coordenou um denso estudo sobre o programa Zona Franca de Manaus onde estão resumidas as grandes demonstrações dos maiores acertos deste Programa de Desenvolvimento e de Redução das Desigualdades Regionais.
“Estamos prontos e à disposição do país para fabricar o que for preciso, sobretudo um pacto de alianças produtivas e de co-responsabilidades sociais. E, em lugar do discurso do ódio, temos um espírito construtivo, e muito a colaborar com o Brasil.”
Com indústria, infraestrutura, ciência e biodiversidade, o Amazonas pode transformar a segurança jurídica conquistada até 2073 em uma estratégia duradoura de desenvolvimento, geração de renda e integração regional.