O contexto do “verde” como anunciado trará para o Amazonas um futuro tanto promissor quanto complexo e até com alguma restrição de certeza, ampliando a até agora insolúvel insegurança jurídica da ZFM. Os povos da Amazônia, mais uma vez, não foram ouvidos, embora ainda haja tempo.
Para a bancada do Amazonas, cada empresa, cada trabalhador e cada faturamento do Polo Industrial de Manaus é importante, não devendo deixar ninguém para trás.
A mudança de cenário dos últimos meses, com taxas de crescimento altíssimas, para uma indústria tão regulada e dependente de mão de obra altamente especializada, somada ao aumento dos custos de combustível, em um setor que tipicamente possui baixa rentabilidade, tem sido a tempestade perfeita para as indústrias do Polo Industrial de Manaus que dependem deste modal
transporte
“Cada R$1 que a União poderia recolher no Polo Industrial de Manaus, R$1,4 é repassado pela ZFM ao contribuinte diretamente, com produtos de primeira e mais em conta, segundo estudos demonstrativos da Fundação Getúlio Vargas. E com Nota Fiscal de garantias.”
Para tanto, além de pugnar pela segurança jurídica de suas empresas, o Polo Industrial de Manaus se comprometeu, há mais de 50 anos, a assumir o papel de amicus curiae da floresta, por uma razão muito simples, quem é pela indústria de Manaus é adepto militante da Amazônia e quem se diz adepto da defesa da floresta tem, igualmente, o dever de respeitar a indústria da ZFM.