Em sessão tensa no Senado, declarações de Lula sobre Gaza provocam pedidos de retratação pelo presidente do Senado Rodrigo Pacheco, e acaloradas defesas como a do senador Omar Aziz, destacando-se críticas ao encontro do governo Bolsonaro com extremistas e apelos por paz entre Israel e Palestina.
Não tem sentido o governo tentar resolver a inequação da crise fiscal através de programas de austeridade baseado no tripé do Estado mínimo, do equilíbrio das contas públicas e do controle do endividamento público, na expectativa que a sinergia dessas ações possa trazer para a arena econômica a retomada do crescimento, dos empregos de qualidade, da competitividade sistêmica, etc.
Com 53 votos a favor, a reforma tributária busca simplificar impostos e modernizar o sistema fiscal do Brasil. O texto, que agora retorna à Câmara para novas discussões, promete impactar significativamente a política econômica do país
Em artigo polêmico, Amon Mandel criticou o governo Lula por falhar na efetivação de políticas públicas para com os indígenas, apontando falta de representatividade e uso da pauta para fins eleitorais.
“Some-se a esse manicômio fiscal existente, as mazelas da educação pública, o baixo investimento em pesquisa, as filas dos equipamentos públicos e a multidão dos esfarrapados que depende dos serviços sociais para sobreviver. Tudo isso, misturado e bombardeado por uma violência sem precedentes, crescimento do crime organizado, entre outras feridas difíceis de debelar. O relator da Reforma Tributária deixa claro em seus depoimentos que os resultados dessa iniciativa vão representar um novo momento de transformação na direção de um Brasil melhor.”
É fundamental que a totalidade dos recursos arrecadados sejam acompanhados em sua aplicação, no âmbito federal Lei de Informática, Verbas de P&D, Taxas da Suframa e estadual, com destaque para os fundos estaduais UEA, FTI e FMPES, que significam juntos 4 bilhões por ano pagos pela indústria para interiorização do desenvolvimento e formação de recursos humanos de nível acadêmico.
bancada federal
“A reforma tributária altera a distribuição das receitas e exige que governo, prefeituras e setor produtivo organizem desde já o financiamento do desenvolvimento nos municípios”.