De acordo com Teresa Rossi, coordenadora de Projetos do Instituto, o Escolhas reconhece as concessões florestais como uma política pública fundamental para a conservação da Amazônia e para o impulsionamento da bioeconomia. Por isso, tem analisado estratégias de diversificação das atividades sustentáveis permitidas nessas áreas, buscando levá-las além do manejo madeireiro, como é o caso dos créditos de carbono.
"Assim procedendo, desencantamos a certeza de que estaremos mais fortes .... mais bem preparados, para os desafios e surpresas que a vida reserva para...
“...não se pode ter complacência com uma política econômica que procura melhorar a eficiência econômica ignorando a maior de todas as ineficiências, o desemprego”
Paulo...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.