"PNL 2050 concentra os principais eixos rodoviários nas regiões mais integradas do país e deixa grande parte da Amazônia fora das prioridades estratégicas de...
"É por elas que precisamos acompanhar, orientar e fiscalizar. Onde habitam as necessidades, deve chegar a responsabilidade pública. E onde uma criança espera pela...
“Em vez de discutir apenas a sobrevivência do modelo, a iniciativa da Conferência ZFM 2050 recoloca a Amazônia na condição de protagonista do futuro...
"Educação infantil no Brasil expõe o limite de um modelo que inclui mais crianças do que se consegue acolher"
O Brasil aprendeu a contar matrículas....
"Num sítio modesto, uma dúzia de galinhas virou caso administrativo. A Via Crucis começa no galinheiro e passa por escrituras, licenças e carimbos. No...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.