Em processo de recuperação judicial e devendo mais de R$ 48 milhões para bancos, fornecedores e funcionários, o complexo de piscicultura Peixes da Amazônia, tido nos governos do PT como a redenção econômica do pescado no Estado, vive a incerteza de não ter suas atividades em pleno vapor em 2021.
Sobre o segmento do turismo, Périco espera que, daqui 15 ou 20 anos, o Estado ofereça outras atividades para ir além dos muros da capital e levar dignidade, emprego e renda para a população no interior.
Estudo mostra que florestas africanas passaram a emitir carbono, elevando riscos climáticos e reforçando alerta para a preservação das florestas tropicais.