Durante encontro de abertura da Cúpula Global de Saúde do G20 (maiores economias mundiais), o governo chinês prometeu conceder US$ 3 bilhões a países em desenvolvimento.
Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo foi alvo de uma série de acusações...
Jornadas de trabalho excessivas estão matando milhares de pessoas por ano, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde).
O primeiro estudo global do...
A transmissão será realizada no dia 23 de maio, a partir das 19h30, no Kwati Club em Parintins, com o talento de Márcia Novo e participações especiais de Vanessa Alfaia e Samela Sateré-Mawé
O Fórum de Governadores se reuniu hoje (16) com representantes da secretária-geral adjunta da Organização das Nações Unidas (ONU), Amina Mohamed, e com representantes da Organização...
O presidente Joe Biden disse uma vez a famosa frase: “Não me diga o que você valoriza, mostre-me seu orçamento e eu direi o que você valoriza. ” A frase é mais verdadeira do que nunca para um número cada vez maior de pessoas, em especial entre as mulheres.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.