Com mais de 9.500 m de profundidade, ecossistema animal encontrado em fossas do Pacífico revela vida sob condições extremas e reforça apelo científico contra...
Caminho até o Pacífico pelas hidrovias do Madeira e Solimões, no Brasil, seguindo até Iquitos e Yuirmaguas, no porto de Paita, em águas peruanas, reduzirá em até 30% o custo operacional das empresas do PIM
Chamada de Caminhos do Peabiru, trilha tem 1.550 no trecho paranaense, que vai de Paranaguá a Guaíra. Caminho era usado por incas e guaranis, antes da colonização
O arquipélago de Nova Caledônia, situado 1.200 quilômetros a leste da Austrália, tem a maior diversidade de corais de águas profundas do mundo, revela um...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.