Outro destaque é a movimentação para emplacar a Bioeconomia como o novo polo de diversificação da economia e do desenvolvimento, sempre focado no paradigma da sustentabilidade e interlocução permanente com as unidades federativas de abrangência atribuídas legalmente à Suframa, a Amazônia Ocidental, mais o Estado do Amapá
Além de terem as atividades suspensas na região, as empresas podem ser condenadas a pagar um total de 10,6 bilhões por danos sociais e ambientais.A ação do MPF teve como base o estudo “Legalidade da produção de ouro no Brasil”, feito em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
As novas matrizes demandarão uma outra categoria de investidores que buscará novas categorias de mão de obra. O Amazonas precisará se habilitar. Os jovens que têm hoje 20 anos de idade e as crianças que nascerão amazonenses nos próximos 20 anos ainda contarão com a oportunidade concreta de trabalhar em função do PIM. A subsistência obriga a busca dos empregos disponíveis e não dos empregos potenciais.
“Qual a rota de saída? Começará pela decisão de transformar a região por meio da sustentabilidade. Por meio do respeito e do desenvolvimento de sua própria sociedade. Com lideranças locais. Com executores locais. Com a ajuda do mundo – abertos para a globalização que se reinventa nesta época de trabalho remoto. Poderíamos ter um esforço concentrado e internacional pelo desenvolvimento sustentável da região. A COP26 chegará em alguns dias. Temos esta oportunidade.”