As novas matrizes demandarão uma outra categoria de investidores que buscará novas categorias de mão de obra. O Amazonas precisará se habilitar. Os jovens que têm hoje 20 anos de idade e as crianças que nascerão amazonenses nos próximos 20 anos ainda contarão com a oportunidade concreta de trabalhar em função do PIM. A subsistência obriga a busca dos empregos disponíveis e não dos empregos potenciais.
“Qual a rota de saída? Começará pela decisão de transformar a região por meio da sustentabilidade. Por meio do respeito e do desenvolvimento de sua própria sociedade. Com lideranças locais. Com executores locais. Com a ajuda do mundo – abertos para a globalização que se reinventa nesta época de trabalho remoto. Poderíamos ter um esforço concentrado e internacional pelo desenvolvimento sustentável da região. A COP26 chegará em alguns dias. Temos esta oportunidade.”
Para o presidente do Cieam, Wilson Périco, a região precisa buscar novas alternativas econômicas. “E entra também na questão de desenvolvimento das atividades econômicos além dos muros da capital. Aí não depende do modelo Zona Franca. Estou falando em desenvolver as novas matrizes dentro das potencialidades do nosso estado”, afirmou.
Enquanto o Palácio do Planalto tenta um “programa de crescimento verde”, os sócios do governo no Congresso Nacional seguem tocando a boiada. Cleide Carvalho...
Em ofício, presidente do Ibama afirmou que as proposições “dizem respeito às ações governamentais (políticas públicas) que não competem ao Ibama”. Sociedade civil pede para que MPF tome providências
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.