A Microsoft anunciou um acordo com uma startup brasileira para a compra de 1,5 milhão de créditos de carbono. Visando restaurar áreas desmatadas da Amazônia, a decisão parte da afirmação da empresa estar fortalecendo sua estratégia de sustentabilidade global.
Na manhã desta quarta-feira (4), o mercado de créditos de carbono deu um passo significativo para sua regulamentação. A Comissão do Meio Ambiente do...
Empresas envolvidas no mercado de carbono em Portel, Pará, são processadas por suspeita de grilagem e uso de documentos inválidos. A controvérsia envolve terras públicas, comunidades tradicionais e créditos de carbono.
Renomado economista internacional Joseph Stiglitz defende que a ação frente ao desafio climático pode impulsionar o crescimento econômico. Destaca também a importância da Amazônia para a regulação clima, e cutuca países europeus por dificultarem ações.
O projeto que regulariza o mercado de carbono foi apresentado na Comissão de Meio Ambiente do Senado, com relatoria da senadora Leila Barros (PDT-DF). Sua intenção principal é reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Veja os termos do projeto.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.