Ferramenta gratuita promete democratizar o acesso ao mercado de compensação de carbono, conectando produtores, empresas e cidadãos em um mesmo ambiente digital.
A Universidade de...
"O mercado jurisdicional de carbono do Amazonas se apresenta como mecanismo potencial de superação da retrógrada concepção de que a dilapidação florestal interessa mais...
O investimento visa um trabalho conjunto entre Estados brasileiros, agricultores e comunidades locais vender créditos de carbono associados à preservação da Amazônia
O mercado de créditos de carbono pode se tornar um instrumento eficaz para preservar a floresta em pé e gerar benefícios econômicos, mas apenas se operado com seriedade e transparência. O foco deve estar em projetos genuínos e impactantes, que respeitem a Amazônia e promovam o bem-estar das comunidades que nela vivem.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.