O investimento visa um trabalho conjunto entre Estados brasileiros, agricultores e comunidades locais vender créditos de carbono associados à preservação da Amazônia
O mercado de créditos de carbono pode se tornar um instrumento eficaz para preservar a floresta em pé e gerar benefícios econômicos, mas apenas se operado com seriedade e transparência. O foco deve estar em projetos genuínos e impactantes, que respeitem a Amazônia e promovam o bem-estar das comunidades que nela vivem.
Este ano, o desenho de um financiamento climático global deve prevalecer enquanto debate central, além de crises climáticas e outros acordos e negociações
O relatório elabora quais são as atividades necessárias e que podem contribuir decisivamente para o combate efetivo do desmatamento na Amazônia, dando também o gasto necessário para sua concretizzação
“Doutor em Desenvolvimento Regional e com larga experiência no assunto, o professor José Alberto é um pregador do desenvolvimento sustentável da Amazônia, matéria que ele domina e bandeira que ele desfralda apaixonadamente por onde tem andado. UFAM, Suframa, Inpa, Ministério Público Estadual e onde é chamado. Atento aos benefícios para nossa gente, se especializou em Crédito de Carbono, uma fonte de recursos e oportunidades que o mundo inventou e o Brasil formalizou e que precisa alcançar os principais destinatários: homens e mulheres da Amazônia. Confira a entrevista!”
Um recente estudo critica a eficácia da transição energética, revelando que, ao invés de combater a crise climática, tais políticas reforçam um sistema econômico extrativista, exacerbam a apropriação de terras e negligenciam os impactos em comunidades vulneráveis, gerando novos conflitos socioambientais.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”