A criação de inventários, coleções e taxonomias surpreendentes, que adormecem nos escaninhos das instituições de pesquisa, pode levar ao conhecimento e ao aproveitamento sustentável dos recursos hídricos, da flora, fauna e minerais da Amazônia, promovendo um desenvolvimento que não comprometa as gerações futuras mas comece na consideração das atuais demandas humanas e institucionais em favor de uma nova consciência e civilização.
A coexistência da superficial escassez hídrica na Amazônia com abundantes reservas subterrâneas cria um paradoxo intrigante. Apesar da vasta disponibilidade de água no aquífero, a população e a infraestrutura regional continuam a sofrer com os efeitos das secas. Esse cenário aponta para a necessidade urgente de políticas públicas eficazes e projetos de gestão hídrica que possam equacionar esse dilema.
Podendo ser pior do que a do ano passado, a seca no Amazonas está causando grandes prejuízos para a região. O governo implementa medidas emergenciais para mitigar os impactos.
A logística reversa no Brasil está ganhando destaque com um aumento de 10,4% em materiais reciclados em 2021. Programas de incentivo e educação ambiental estão mudando comportamentos.
“A ausência de infraestrutura exige ajustes de contrapartida fiscal para Indústria, Comércio e Agricultura, aqueles que promovem atividade econômica sustentável, garantindo o desenvolvimento com proteção florestal, geração de empregos, emissão de nota fiscal e de múltiplas oportunidades”.
“A presença federal deve ser proativa e cumpridora de suas atribuições, provendo a infraestrutura que lhe compete para que o Amazonas possa enfrentar outras vazantes e. continue a desempenhar seu papel vital para o Norte do país e para a economia brasileira.”