Tag: Infraestrutura Verde

Amazônia: o que é sucesso ou fracasso?

Repetir Nova York certamente não é o “sucesso”, basta que andemos por lá. Também não é o que temos em Manaus, basta que andemos por aqui. Temos que tomar cuidado com os sacrifícios que escolheremos fazer e para quem os faremos. A construção do “sucesso” do futuro não será repetir as destruições do passado, nem reproduzir modos de vida estrangeiros.

China aumenta 3 vezes os investimentos em energia renovável na América Latina

Um terço dos investimentos em energia eólica e solar pelos chineses são destinados à região, segundo estudo do IPEA.

Comunidades indígenas de Manaus dão um passo em direção ao desenvolvimento sustentável

Para cumprir a meta de mudança de matriz energética das comunidades indígenas será necessário a instalação de pelo menos 3 milhões de painéis solares até 2030

Energia solar é prosperidade real na Amazônia

A energia solar permitirá o armazenamento dos produtos perecíveis vegetais e animais que poderão ter maior volume para comercialização, trazendo recursos para o agricultor se tornar menos dependente de programas sociais de transferência de renda e ainda aumentar a ocupação de outros comunitários oferecendo mais empregos.

Transição energética é “chance excepcional para verdadeira independência” do Brasil, diz Lula

Lula destacou o papel do Brasil na transição energética durante a 3ª Cúpula Celac-União Europeia, em Bruxelas

ZFM, infraestrutura da competitividade é o próximo passo

Em resumo, para que a Zona Franca de Manaus alcance uma maior independência dos incentivos fiscais e se mantenha competitiva, é necessário investir na infraestrutura de logística de transportes, energia renovável e comunicação. Essas melhorias impulsionarão o desenvolvimento econômico sustentável, fortalecendo a região e sua posição como um centro de inovação e negócios na Amazônia. Recursos não faltam a ZFM coloca o Amazonas entre os 8 maiores contribuintes da Receita Federal. Faltam, tão-somente medidas, ajustes e apertos, pois o abraço para o primeiro passo já foi dado.

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.

Terra Indígena Apyterewa: desmatamento caiu de 102 km² para 7,5 km² após a retirada de invasores

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