Goés terá à frente o desafio de tirar o papel o Plano de Recuperação Verde, lançado pelos governadores do bloco amazônico em 2021, e destravar recursos do Fundo Amazônia
O Plano de Recuperação Verde, que pretende obter R$ 1,5 bilhão, tem como meta zerar os cortes ilegais de mata até 2030, além de atuar em eixos que englobam o desenvolvimento de produções sustentáveis, a tecnologia e a inovação e, também, a infraestrutura verde
Esta pesquisa é literalmente vital para a humanidade, já que as cidades, apesar de cobrirem apenas 3% da superfície da Terra concentram mais de 50% da população.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.