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A Amazônia entre duas economias: a floresta em pé e a floresta nas sombras

A economia da floresta em pé é, por definição, uma economia de prazo longo. Ela exige investimento contínuo, qualificação, logística estável, pesquisa, financiamento paciente e, sobretudo, capacidade de fazer a prosperidade chegar aos rios, às estradas e aos municípios distantes — onde o custo de produzir legalmente ainda é alto demais para muita gente.

A urgência da qualificação: o emprego não acabou, ele mudou de endereço

Há um erro perigoso circulando como verdade confortável: o de que a inteligência artificial “vai acabar com os empregos”. Não é isso. O que a IA está fazendo — com velocidade brutal — é redefinir o que conta como trabalho qualificado, mudar a gramática das funções e deslocar o valor para onde há competência técnica, pensamento analítico e disciplina digital.

Quando a seca vira gargalo, a logística vira destino

A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.

ZFM diante do acordo UE–Mercosul: ou Manaus compra tempo com salvaguardas, ou paga a conta da pressa

“O alerta trazido pela FIEAM é direto (e tecnicamente coerente): se a desgravação tarifária para bens europeus ocorrer em ritmo inadequado, setores tradicionais do...

Instrumentos econômicos de proteção da Amazônia: a inteligência florestal como prioridade nacional

“Iniciativa impulsionada pela Suframa, com apoio direto do CIEAM, e retaguarda da FIEAM, para levar a Amazônia do discurso ao método: reconhecer e remunerar, com governança e métricas, os ativos ambientais que sustentam clima, água e produtividade. No horizonte da questão climática, o mapa do caminho é claro — transição energética, regeneração florestal e bioeconomia com escala, com sistemas agroflorestais capazes de gerar renda no interior e reduzir a pressão sobre a floresta”.

Mariana Barrela e a Tutiplast: quando a floresta entra na indústria pela porta da frente

“Há empresas que crescem. E há empresas que amadurecem — ao ponto de entender que a Amazônia não é cenário: é método, matéria-prima, ética e destino”.

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Folclore amazônico ajuda escolas a ensinar ciência, biodiversidade e educação ambiental a partir de lendas, livros, museus e projetos educativos.