Quando se conseguir que todos os motoqueiros de delivery, todos os professores doutores das universidades, todos os catadores de resíduos sólidos e todos os plantadores de macaxeira, estejam discutindo a ZFM, se estará fortalecendo o Primeiro Elemento de suas atividades, replicando e produzindo níveis crescentes de resultados em benefício próprio.
“Assim é o cenário que imaginávamos, desde que descobrimos o projeto ZFM, há mais de quarenta anos. Um conjunto de ações articuladas que tratassem as fragilidades e potencialidades - com inteligência e zelo - dessa Amazônia que não devemos deixar de, permanentemente, conhecer para amar e com ela se envolver”.
Suframa
O custo de um laboratório de nanobiotecnologia para o desenvolvimento não-predatório da Amazônia é nada mais que uma decisão política. Ou seja, um grito do protagonismo regional.
Verbas de grosso calibre do FNO, Fundo Nacional do Norte, serviram para remover floresta. E agora podemos recorrer a ele para fomentar a Bioeconomia. A Suframa já enxergou essa obviedade e inseriu sua adoção ostensiva no desafio de diversificação do Polo Industrial de Manaus em sua viabilidade.
A indústria brasileira, fonte de empregos em massa, mas carente de suporte de ciência, tecnologia e inovação, e sem infraestrutura competitiva, se atrofia a cada dia. Remover o IPI sem nada colocar em seu lugar significa rasgar a Constituição
“A transformação por que passa a indústria em todo o mundo exige cada vez mais investimentos em inovação, o que depende de ambiente e estímulos adequados. Exige também mão de obra cada vez mais criativa e cada vez mais preparada para o desempenho de múltiplas funções, cada vez mais complexas”.
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.