Apesar disso, este caça-níquel fiscal jamais se dispôs a contribuir com a infraestrutura logística da operação. O Porto existente em Manaus, o maior porto fluvial do país, foi construído no início do Século passado e jamais teve similar desde então. Vamos visitar a Amazônia e o Mercado do Augusto ensaísta.
A Honda, uma das grandes multinacionais que compõe o Polo Industrial de Manaus, onde emprega milhares de pessoas, comemorou nessa última semana uma marca histórica.
A síndrome de Estocolmo deve dar lugar ao reconhecimento da Zona Franca de Manaus não à sua remoção, ou a seu sangramento socioeconômico e ambiental. De nossa parte, precisamos alinhar esforços e narrativas do colaboracionismo para a sonhada interlocução nacional. Temos muito a oferecer à nação.
Há décadas, as empresas instaladas na Zona Franca de Manaus alardeiam que protegem a floresta pelo fato de oferecerem milhares de empregos (atualmente 500 mil empregos entre diretos e indiretos, segundo o IBGE/FGV). A Ciência concorda com as premissas mas recomenda outras medidas que, além de confirmar o enunciado, poderiam monetizar os serviços ambientais que daí resultam. Confira as opiniões do cientista Niro Higuchi, 40 anos dedicado à investigação da Dinâmica do Carbono na rotina da rotina da fotossíntese na floresta.
Para aproximar veículos de comunicação nacional da rotina produtiva que sustenta a economia do Amazonas, o CIEAM convidou um grupo de jornalistas para fazer a experiência fabril da Zona Franca de Manaus. Frequentemente, lemos reportagens, entrevistas, artigos, acompanhamos debates carregados de opiniões, análises e conclusões apressadas, que não correspondem à realidade deste acertado programa de desenvolvimento regional. Nada melhor do que ver, tocar, sentir, saborear e, assim, poder descrever com mais propriedade e objetividade. Afinal, nada mais há de esclarecedor do que uma boa interlocução. Confira o texto da acolhida a cargo do presidente do Conselho Superior do Centro da Indústria do Estado do Amazonas
Mais recentemente, foram os programas prioritários de bioeconomia, tecnologia da informação e comunicação e empreendedorismo. Isso já está rodando. E se está rodando, o mais sensato é avaliar resultados expandir propósitos, deixando vaidades de lado, pois não temos tempo nem motivo de fulanizar ações públicas, nem criar heróis de ocasião. Precisamos, juntos, achar soluções. E elas estão aí, no formato de janelas sustentáveis de oportunidades.
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.