Essencial para a modernização e o crescimento da economia, indústria continua a perder posições nos rankings internacionais, mas o debate político não dá a devida atenção.
No documento Amazônia do Futuro foi detalhadamente desenhado este caminho e configuração protagonista, apontando a necessidade de uma mobilização interinstitucional para debelar aquilo que o economista americano Jeffrey Sachs chama de “a doença global da desigualdade”.
Por que não apostar todas as fichas no futuro do Norte desde já - onde reside e sobrevive nossa gente, respirando com dificuldades e obstinação – desenhando a Amazônia como nossa próxima e movimentada estação?
Fortificar a ZFM e a adotar uma pauta verdadeiramente sustentável é a grande oportunidade da posição de Manaus na Amazônia. Não podemos deixá-la passar – é necessário compreender que preservar a floresta é o mesmo campo do incentivo à indústria.
O imperativo da Economia Verde, os apelos em verso e prosa dos atores regionais, começam a fazer sentido na definição da economia mais coerente do ponto de vista da biodiversidade pujante que descreve a Amazônia, seu bioma e suas oportunidades de superar a pobreza com inteligência, visão de sustentabilidade e a caminho da prosperidade regional.
A Suframa cuida, e bem, da Zona Franca de Manaus de hoje, entendido este hoje como sendo o tangível economicamente enquanto durarem os incentivos fiscais; depois disto ela deve ser extinta.
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.