De uma vez por todas, padece de sentido afirmar que este ou aquele setor da Zona Franca de Manaus tem mais vantagens ou gera mais empregos ou menos empregos, pois a roda gigante da economia funciona de acordo com o desempenho de cada um de seus pilares. E se a sinergia enfraquece em algum ponto, os outros devem assumir conjuntamente a correção circunstancial sob o risco de todos perecerem como querem alhures.
Fordlândia, um projeto de Henry Ford na Amazônia, visava criar uma comunidade autossuficiente e uma plantação de borracha. Contudo, enfrentou desafios como condições climáticas adversas e conflitos culturais, levando ao seu eventual abandono na década de 1940.
“O cientista Niro Higuchi, pesquisador do INPA, e co-fundador do portal BrasilAmazoniaAgora - atualmente empenhado na demonstração da descarbonização da indústria da Zona Franca de Manaus, em parceria com Suframa e CIEAM, o Centro da Indústria do Estado do Amazonas - desempenha um papel multiuso e fundamental no desenvolvimento da Ciência na Amazônia”.
Considerada altamente estratégica no mundo de hoje, a empresa conhecida pela iniciativa do "chip do boi" ganha uma nova chance. A medida de Lula busca posicionar o Brasil como um player influente no mercado tecnológico global
Ceitec
“A insanidade das queimadas, entre tantos malefícios socioambientais, econômicos e climáticos, comprometem diretamente a demonstração científica da neutralidade nas emissões de carbono das indústrias instaladas em Manaus. Ou seja, a responsabilidade pela insensatez é coletiva pois a insanidade do crime atinge a todos, muito mais do que poderíamos supor.”
“A primeira medida prevista por Augusto Rocha - estudioso dessa utopia, no sentido da antecipação de realidades que materializam intuições geniais - foi envolver a Suframa e as agências reguladoras, como ANTAQ, ANAC e ANTT, na construção do Plano Amazonense de Logística e Transportes.”