O caminho para a grandeza civilizatória da Amazônia está à nossa frente. Cabe a nós, enquanto sociedade, fortalecer as instituições que permitirão transformar esse potencial em realidade, criando uma região próspera, inclusiva e com oportunidades para todos
A COP16 oferece a chance de mostrar ao mundo que o Brasil está comprometido com a proteção de seu maior tesouro: a biodiversidade amazônica. E mais: este almoxarifado de vida é referência e paradigma de um novo estilo de vida, de relações sociais mais sadias, integradas, e em harmonia com os parâmetros naturais
A Amazônia, com sua vasta e intrincada rede de rios, sempre representou um desafio logístico para a indústria e o comércio regional. Com uma dependência total de balsas e navios, as vazantes extremas dos rios trazem enormes prejuízos. Em 2023, uma severa vazante expôs essa fragilidade logística, gerando perdas de até R$1,4 bilhão. No entanto, em meio à crise, emergiu uma parceria inovadora entre o Porto Chibatão, liderado por Jhony Fidellis, e o Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM), representado por Augusto Rocha, professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e líder da Comissão de Logística.
Vejo um jovem amazonense candidato ao ITA que se vê um piano em espaço público já recorre à Chiquinha Gonzaga para encantar transeuntes. O sucesso que ele cultiva será absorvido pela política brasileira de semicondutores? Ou será absorvido por outros países com atrativos mais interessantes que novas burocracias?
“Nesse sentido, o pacto federativo proposto depende, antes de mais nada, da vontade coletiva de todos nós que vivemos aqui. O progresso que almejamos precisa ser definido de forma clara, buscando, por exemplo, estreitar as cadeias produtivas da agricultura familiar para abastecer Manaus, que atualmente compra 80% dos alimentos que consome de outros estados”.