Quem tira proveito das desigualdades não tem nenhum interesse em reduzi-las, afinal há muitos que ganham com ela e outros tantos que se beneficiariam...
Neste compasso a favor da mudança, devemos trabalhar aliançados e entrelaçados pelo chip da comunicação e pelo cipó da comunhão de propósitos locais, regionais e de integração. Afinal, temos o que oferecer ao país para assegurar-lhe um assento na galeria das grandes civilizações. Enquanto isso, estamos convidando insistentemente o Brasil a passear na floresta enquanto seo lobo - da destruição e da desinformação com propósitos sombrios - não vem.
A Suframa cuida, e bem, da Zona Franca de Manaus de hoje, entendido este hoje como sendo o tangível economicamente enquanto durarem os incentivos fiscais; depois disto ela deve ser extinta.
O contexto do “verde” como anunciado trará para o Amazonas um futuro tanto promissor quanto complexo e até com alguma restrição de certeza, ampliando a até agora insolúvel insegurança jurídica da ZFM. Os povos da Amazônia, mais uma vez, não foram ouvidos, embora ainda haja tempo.
Boa parte destes eleitores pensam inocentemente que esta questão é um problema da indústria, onde não atuam, e não percebem que a indústria no Amazonas sediada em Manaus será a menos afetada num cenário com ausência de ZFM.
O Governo do Amazonas recorreu ao STF, nesta quinta-feira, para obrigar o Fisco de SP a conceder créditos de ICMS para as empresas que compram da ZFM. O estado paulista se recusa a garantir o benefício sob alegação de que os créditos fiscais são “fraudulentos” e causam prejuízos à sua arrecadação.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”