“O ponto de partida bem que poderia ser a quantificação e a qualificação dos benefícios que todos e cada um podem distribuir para que a economia da Zona Franca de Manaus cumpra firme e permanentemente seus propósitos essenciais de promoção humana e prosperidade social. Ou seja, a cada reivindicação de contrapartida fiscal para setor ou entidades, a explicitação dos benefícios a serem oferecidos.”
Na próxima segunda (6) os Diálogos Amazônicos - iniciativa da FGV, através da sua Escola de Economia de São Paulo -, terá mais um novo importante debate
"A atividade econômica do Amazonas já existente atualmente com as fábricas de artigos da floresta como medicamentos, cosméticos e alimentos, por estarem em sua grande maioria atreladas aos incentivos fiscais e até cadastradas na Suframa, fazem parte da ZFM e, portanto, não são Novas Matrizes Econômicas."
Não basta dizer que a ZFM é o maior acerto fiscal da história da República na redução das desigualdades entre o Norte e o Sul do Brasil. É preciso mostrar os demonstrativos econométricos dessa afirmação, comparando-os com os indicadores de outros programas de desenvolvimento regional.
Quem tira proveito das desigualdades não tem nenhum interesse em reduzi-las, afinal há muitos que ganham com ela e outros tantos que se beneficiariam...