A ideia de que os incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus seriam suficientes para garantir o desenvolvimento da Amazônia é uma falácia cruel. Esses incentivos não são um privilégio, mas a contrapartida institucional mínima diante da distância, dos custos logísticos, da ausência do Estado e das barreiras impostas pelo próprio sistema tributário nacional. Na verdade, a contrapartida fiscal é um contrato com o governo brasileiro no contexto da redução das desigualdades regionais. Então, não há renúncia. Há um amontoado de benefícios de mão única para os cofres da Receita.
"E quem deve puxá-la somos nós: industriais, trabalhadores, pesquisadores e formuladores de políticas que acreditam no poder de uma Amazônia viva, inteligente, produtiva —...
O crescimento econômico como um todo favorece o desempenho da indústria do Amazonas, pois o aumento do poder aquisitivo da população do Brasil, proporcionado...
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.