O governador do Pará e presidente do Consórcio da Amazônia Legal (CAL), Helder Barbalho, assinou na noite desta terça-feira (07), o Decreto N° 2.887 que estabelece...
A conta impressiona – e preocupa. Marcelo Leite bateu os dados recentes do PRODES na calculadora para estimar a quantidade de árvores perdidas pela Amazônia entre...
Um grupo de organizações da sociedade civil apresentou no Conselho de Direitos Humanos da ONU uma denúncia contra o desmonte das políticas ambientais do Brasil sob...
Na base da “malandragem”, alguns pecuaristas estão conseguindo escapar dos sistemas de monitoramento impostos por grandes redes de supermercados para vender a elas carne...
Um grupo de 24 organizações da sociedade civil, entre elas o ClimaInfo, lançou nesta 4ª feira (2/12) a campanha Florestas sem Cortes, com o objetivo...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.