Desenvolvido pela Biozer em Manaus, um gel cicatrizante à base de gengibre-amargo conta com resultados impressionantes de até 95% na cicatrização de feridas e promete revolucionar o tratamento desse problema que acomete muitas pessoas com diabete, prevenindo amputações e promovendo sustentabilidade na Amazônia.
A edição de 2024 do Festival de Parintins também foi marcada pela sustentabilidade. Veja como projetos de reflorestamento tiveram a ajuda do espetáculo.
Sustentabilidade no Festival de Parintins: Projeto de reflorestamento marca presença no espetáculo
Iniciativas sustentáveis no Pará estão transformando resíduos em produtos valiosos, mais iniciativas podem ganhar fôlego depois do decreto que fortalece a Bioeconomia e Conservação Ambiental, atrelados a promoção o desenvolvimento social
A transformação da Amazônia em um centro de bioeconomia sustentável está moldando um futuro em que inovação e conservação caminham juntas, impulsionando o desenvolvimento econômico sem comprometer o meio ambiente.
Nesta semana, no Dia Internacional do Meio Ambiente, o governo federal anunciou, com pronunciamento da ministra Marina Silva e sem muita repercussão na imprensa, a Estratégia Nacional de Bioeconomia por meio do Decreto nº 12.044. A novidade traz esperança para alguns, por prometer ser um passo significativo para a promoção de um desenvolvimento sustentável e inclusivo na Amazônia.
Para entender melhor as implicações e os desafios desta nova legislação, Alfredo Lopes, do portal BrasilAmazoniaAgora entrevistou Carlos Gabriel Koury, diretor do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) e coordenador do Programa Prioritário de Bioeconomia da Suframa, o PPBio. Durante a conversa, Koury destacou a importância de aprimorar a cooperação entre diferentes setores, desenvolver instrumentos financeiros que incentivem práticas sustentáveis e investir em educação e capacitação profissional.
“Para isso, é necessário um esforço conjunto de governos, instituições de pesquisa e a iniciativa privada para garantir que a oferta do tucumã seja constante e sustentável, beneficiando tanto a economia local quanto o tecido social e a utilização inteligente da biodiversidade da Amazônia, transição para a diversificação.” sumiço do Tucumã