“Qual a rota de saída? Começará pela decisão de transformar a região por meio da sustentabilidade. Por meio do respeito e do desenvolvimento de sua própria sociedade. Com lideranças locais. Com executores locais. Com a ajuda do mundo – abertos para a globalização que se reinventa nesta época de trabalho remoto. Poderíamos ter um esforço concentrado e internacional pelo desenvolvimento sustentável da região. A COP26 chegará em alguns dias. Temos esta oportunidade.”
Mais que um tema da campanha eleitoral de 2022, o aumento da pobreza é um problema real e imediato. Segundo levantamento da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), 20 milhões de brasileiros passam um dia ou mais sem ter o que comer.
Um relatório conjunto da FAO, do PNUD e do PNUMA mostrou que os subsídios governamentais à agricultura estão causando distorção nos preços e impactos negativos à...
Mesmo com o reconhecido esforço de organizações pelo mundo, é impraticável obter resultados sem a iniciativa dos governos; os ODS precisam de marcos regulatórios nacionais e concatenados entre sí e entre as nações, tarefa que a sociedade civil sozinha não tem instrumentos para executar. A Rio + 40 em 2032 precisará redesenhar a agenda e o calendário do planeta.Vamos torcer para ainda dar tempo.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.