A Microsoft, gigante de software, e a startup brasileira Re.Green, especializada em créditos de carbono florestal, anunciaram o maior negócio do mundo no setor. O ambicioso projeto visa a restauração de 16 mil hectares de terra degradada na Amazônia e na Mata Atlântica.
Concessão de florestas públicas : em um movimento inédito para a conservação da Amazônia, duas unidades de conservação fortemente impactadas pelo desmatamento, a Floresta...
O PL 486/2022, apresentado no Senado, torna crime o cadastro em áreas protegidas e em florestas públicas não destinadas. Tática ilegal é amplamente usada por grileiros na Amazônia
A conta impressiona – e preocupa. Marcelo Leite bateu os dados recentes do PRODES na calculadora para estimar a quantidade de árvores perdidas pela Amazônia entre...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.