No momento em que se vive o fantasma e o desespero por criação de novas fontes de recursos para o desenvolvimento sustentável da Amazônia, torna-se importante e relevante, demonstrar o que já existe, e das nossas dificuldades em gerir recursos com seriedade e responsabilidade.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.