Em nove meses, Ibama gastou menos de 40% do orçamento de 2020 para fiscalização e combate a desmatamento e queimadas

Faltando apenas três meses para o final de 2020, o Ibama não gastou sequer 40% do orçamento previsto para o ano para ações de fiscalização, controle e combate ao desmatamento e às queimadas – mesmo com o fogo avançando inclemente sobre o Pantanal e a motosserra derrubando a Floresta Amazônica em ritmo frenético. De acordo com O Globo, dos R$ 154,7 milhões disponíveis pelo Tesouro para esse fim, o Ibama liquidou apenas pouco mais de R$ 57 milhões, o equivalente a 36,8%.

Enquanto isso, o ministério da justiça tirou o corpo fora e culpou governos estaduais e o Supremo Tribunal Federal (STF) pela demora no emprego da Força Nacional de Segurança no combate às queimadas no Pantanal. A Folha destacou a fala de Rooney Matsui, secretário adjunto nacional de segurança pública, que criticou a interferência da Justiça e os pedidos tardios dos governos do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul para disposição desses oficiais no combate ao fogo.

Em tempo: O conceito de home office de Ricardo Salles é peculiar, para dizer o mínimo. O Estadão revelou que o ministro do meio ambiente passou parte da tarde de 6ª feira (2/10), entre 15h e 17h, em um clube de tiro em Brasília, enquanto sua agenda oficial registrava “atividades remotas”. Perguntado sobre esse “compromisso”, Salles disse que esteve no local durante a “hora do almoço”.

Fonte: ClimaInfo

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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