Iniciativa da diretoria faz a ideia de Corinthians verde ser menos improvável e busca suprir uma demanda crescente do mercado externo por ações voltadas a ESG no futebol, com enfoque socioambiental
“A recente transição de comando no Pacto Global da ONU Brasil após denúncias de assédio mostra o quanto as instituições estão sendo cobradas a alinhar discurso e prática.”
Aprendi que o ESG não é um checklist — é um caminho. E nesse caminho, não caminhamos sozinhos. Andamos com quem compartilha da mesma fé no território, no diálogo e na ação concreta. Por isso, sigo aprendendo. Mas agora com a certeza de que as indústrias da Amazônia têm o que mostrar, o que ensinar e, sobretudo, o que oferecer para o futuro do Brasil.
Chegaremos à COP30 com currículo, com dados, com propostas, com humildade e com coragem. Com a clareza de que ainda há muito por fazer — mas também com a convicção de que já fizemos muito mais do que costumam enxergar. E que agora, finalmente, a *Amazônia* poderá falar por si.
O novo normal do CIEAM não é uma abstração: é rotina. No fim de maio, dois eventos distintos — mas profundamente conectados ao espírito da entidade — ilustram o envolvimento contínuo e estratégico do Centro da Indústria do Estado do Amazonas com as grandes questões do desenvolvimento sustentável, da transição energética e da inovação industrial na Amazônia:
A criação e consolidação do selo ZFM + ESG simbolizam este novo posicionamento. E a adoção definitiva da agenda ESG como referencial competitivo do Polo Industrial de Manaus. Mais do que uma certificação, o selo representa um compromisso público das empresas instaladas na região com os mais altos padrões de responsabilidade ambiental, responsabilidade social e governança corporativa.
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.