Segundo o IEA, o Brasil emitiu quase 20 milhões de toneladas de metano no ano passado e está em 5º lugar nas emissões totais, atrás de China, Índia, EUA e Rússia.
Estudantes das universidades Yale, MIT, Princeton, Stanford e Vanderbilt apresentaram queixas legais contra suas faculdades por violação de uma lei de gestão prudente de...
Diante da intensificação da crise climática, refletida pelo aumento dos eventos extremos, é passada a hora de ver as organizações alinharem discurso e prática....
Apesar dos esforços globais para se abandonar o combustível fóssil mais sujo, a maior produtora mundial de carvão do setor privado, a Peabody Energy,...
untas, as instituições investem cerca de US$ 2,3 trilhões a cada ano – o equivalente a 10% de todos os investimentos globais de fontes públicas e privadas.
Os compromissos de descarbonização até 2050 por parte do Japão e da Coreia do Sul, junto com o anúncio da neutralidade das emissões de carbono pela China até 2060, colocaram a Ásia como a mais recente frente no esforço global de elevação do grau de ambição das metas e das ações climáticas por parte dos países.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.