Ontem, o nível do Rio Negro atingiu a marca histórica de 29,97 metros. Há chances do nível atingir os 30m antes de baixar, mas a situação parece ter começado a se estabilizar.
Por: Secretaria Municipal de Comunicação
O fenômeno da cheia dos rios e outras características peculiares da cidade levaram a Prefeitura de Manaus a encarar um...
Desde a semana passada, o Acre está vivenciando uma de suas piores crises sanitárias, precipitada pelo excesso de chuvas dos últimos dias, que causou...
Só a capital, Rio Branco, contabiliza 2,7 mil famílias atingidas atingidas pelas cheias. Presidente Jair Bolsonaro disse que pretende visitar o estado na próxima quarta-feira (24).
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.