O trabalho em busca do que deu origem à vida no planeta também ajuda a reunir dois lados de um debate de longa data sobre a importância do dióxido de carbono para o início da vida, concluindo que o dióxido de carbono foi fundamental, mas apenas em combinação com outras moléculas.
Segundo estudo publicado na Cell Reports, uma pequena mudança em nosso DNA foi responsável por deixar a humanidade mais sujeita ao câncer, doença relativamente rara...
Finalmente, todas as unidades básicas da chamada “molécula da vida” foram encontradas em amostras de meteoritos. A descoberta, feita por pesquisadores japoneses, concluiu o mapeamento...
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Cambridge e da Cambridge University Hospitals, no Reino Unido, liderada pela pesquisadora-chefe Serena Nik-Ziainal, analisou os dados...
Nova pesquisa introduz 400 milhões de letras ao DNA previamente sequenciado – valor de um cromossomo inteiro
Em 2003, o Projeto Genoma Humano fez história...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.