Jessica Brice e Michael Smith descreveram na Bloomberg a situação cada vez mais dramática da Amazônia brasileira, assolada por desmatamento, queimadas, grilagem e garimpo, pela conivência...
No fundo, seguimos como uma colônia com capitanias hereditárias hoje substituídas por outros interesses, mas que ainda buscam a conquista do território a qualquer custo
No dia em que o antiministro Ricardo Salles deixou o Governo Bolsonaro, foi desfechado o mais terrível ataque à maior floresta tropical do mundo
Não...
O Globo entrevistou o analista ambiental Hugo Leonardo Mota Ferreira, servidor do IBAMA e testemunha ouvida pela Policia Federal na Operação Akuanduba, a que investiga...
A possibilidade da Câmara dos Deputados votar nesta semana o projeto de lei que flexibiliza o licenciamento ambiental no Brasil motivou uma manifestação contundente por parte...
Análise feita por pesquisadores da UFMG aponta que, caso aprovado, o PL 510 não apenas dará anistia a desmatadores, mas também deixará florestas públicas vulneráveis
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.