Mineração em terras indígenas na Amazônia

Recentemente, o vice-presidente Hamilton Mourão mexeu com os brios dos ambientalistas ao destacar que o Brasil precisa encarar a polêmica questão da exploração de minérios em terras indígenas. O general reacendeu a polêmica em um instante crucial em que o país tenta amenizar a pressão internacional por conta dos números elevados das queimadas e do desmatamento.

Os ambientalistas não costumam poupar autoridade ou político que ouse mexer com o tabu que sempre foi a questão da mineração em territórios indígenas, mas Mourão instigou a opinião pública por possuir subsídios que lhe permitem tratar do assunto com racionalidade.

Afinal, é nas unidades de conservação ambientais e nas terras indígenas que são cometidos os maiores crimes de garimpagem clandestina. Segundo o Greenpeace, os crimes alcançam 72% dessas imensas áreas, de ponta a ponta da Amazônia Legal. A garimpagem degrada o solo e destrói fauna e flora com mercúrio e cianeto.

Recentemente, o vice-presidente Hamilton Mourão mexeu com os brios dos ambientalistas ao destacar que o Brasil precisa encarar a polêmica questão da exploração de minérios em terras indígenas. O general reacendeu a polêmica em um instante crucial em que o país tenta amenizar a pressão internacional por conta dos números elevados das queimadas e do desmatamento.

Os ambientalistas não costumam poupar autoridade ou político que ouse mexer com o tabu que sempre foi a questão da mineração em territórios indígenas, mas Mourão instigou a opinião pública por possuir subsídios que lhe permitem tratar do assunto com racionalidade.

Afinal, é nas unidades de conservação ambientais e nas terras indígenas que são cometidos os maiores crimes de garimpagem clandestina. Segundo o Greenpeace, os crimes alcançam 72% dessas imensas áreas, de ponta a ponta da Amazônia Legal. A garimpagem degrada o solo e destrói fauna e flora com mercúrio e cianeto.

Portanto, foi louvável a manifestação do general Mourão ao defender que a questão seja pautada no Congresso Nacional. E que isso ocorra sem preconceitos. A exploração só precisa ser regulamentada, pois a Constituição já a consente. É hora de avançar e tratar os indígenas com a dignidade que eles merecem, não com a miséria com que a sociedade os despreza.

Fonte: Em Tempo

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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