Espécies mais sensíveis à mudança no hábitat estão aos poucos sendo substituídas por outras mais resistentes, indica estudo da Unesp. Fenômeno acarreta a perda das funções ecológicas desempenhadas pelos animais que desaparecem
A Fundação SOS Mata Atlântica, a Arcplan e o MapBiomas lançaram ontem o Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) da Mata Atlântica, nova ferramenta de...
Estudos indicam que o leste da floresta, mais desmatado, virou fonte de dióxido de carbono na última década, enquanto o oeste tenta se manter como sumidouro
Uma parceria entre a Embrapa e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) vai possibilitar a retomada do projeto TerraClass...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.