Tratar a região com fidelidade ao seu potencial não significa apenas preservar o que tem que ser preservado. Mas estamos falando na maior oportunidade de toda história do desenvolvimento brasileiro de fazer algo que sempre tentamos fazer mais que falhamos. O desenvolvimento da Amazônia não se encerra na Amazônia. Estamos falando em colocar o Brasil em outro lugar.
Quem vai sair ganhando com isso, com esta ampliação do parâmetro urbano, turístico e socioeconômico? Com certeza todos, especialmente o necessário incremento do exercício da cidadania. É o que dá a conjugação do verbo acreditar e construir na primeira do plural.
“E por que aceitar/respeitar/fortalecer maior autonomia para a Suframa? Os dados estão aí para responder. A AMACRO, um programa de desenvolvimento regional integrado, com sinapses estratégicas de primeira grandeza, entre Acre, Amazonas e Rondônia, para citar algo mais recente, em múltiplas ações e avanços da Autarquia, falam por si.“
Explorar novas potencialidades para a economia do Amazonas. Com mais de 40 anos de experiência no segmento industrial, esta é a missão do engenheiro civil e executivo, Jório Veiga, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti).
Incentivos versus empregabilidade é o que sabemos fazer, além de aliviar a compulsão fiscal federal. Teria alguma outra instância mais competente para isso ou uma fonte de benefícios ao Brasil mais generosa? Mais do que nunca devemos estar alinhados e em absoluto estado de vigilância.