Mais uma oportunidade do Brasil conhecer este Brasil onde borbulham mais de 20% dos princípios ativos da Terra, nossa biodiversidade, e também a reserva natural de recursos hídricos, mais de 1/5 da água potável disponível para a Humanidade.
Quem não viu este amontoado de acertos foram os últimos governantes do Brasil. Um após o outro nada fizeram para apostar e abraçar um grande projeto de diversificação da economia local. E não se deram conta que o Estado do Amazonas, pelas riquezas aqui geradas e pelo percentual de floresta conservado, deveria ser assumido como a maior política ambiental do país.
Isso tem que mudar. O banco não pertence a seus presidentes e diretores. Os proprietários do banco são nossos irmãos ribeirinhos que, obrigados por recompensas miraculosas, perderam saúde e vida nas matas perigosas da Amazônia para ajuda a quem lhes virou as costas. Seus descendentes, que esperaram mais de 50 anos pela compensação financeira, hoje carecem de transparência e eficiência a seu favor.