"Ore como se tudo dependesse de Deus e trabalhe como tudo dependesse de você". Orar e trabalhar, incessantemente, deveria também ser o lema de quem empreende na Amazônia, mais precisamente, na Zona Franca de Manaus, tal o clima de insegurança jurídica que não nos deixa trabalhar em paz.
"Um interior pobre não permite que um estado seja justo e próspero. Os próximos 100 anos de Samuel começaram a ser contados, e o futuro da Amazônia dependerá do que possam fazer as crianças de hoje, já que a atual geração mal enxerga 2024. O mestre fez, e bem, a parte dele."
“Proteger a Amazônia e promover seu desenvolvimento sustentável não é apenas uma responsabilidade nacional, mas um imperativo global. Este desafio, embora grande, oferece uma oportunidade única para o Brasil liderar pelo exemplo, mostrando ao mundo como o desenvolvimento econômico pode ser harmonizado com a preservação ambiental e o bem-estar social”.
“Quais as premissas de recuperação da BR-319 que pode impulsionar o desenvolvimento no patamar social, econômico e ambiental na Região Norte do Brasil? Um debate que precisa sair do fígado político para a sabedoria do entendimento. Este debate, no esplendor de sua relevância, joga luzes sobre o padrão Amazônia de sustentabilidade, condição sagrada de sua gestão e do desenvolvimento regional.”
De uma vez por todas, padece de sentido afirmar que este ou aquele setor da Zona Franca de Manaus tem mais vantagens ou gera mais empregos ou menos empregos, pois a roda gigante da economia funciona de acordo com o desempenho de cada um de seus pilares. E se a sinergia enfraquece em algum ponto, os outros devem assumir conjuntamente a correção circunstancial sob o risco de todos perecerem como querem alhures.