“O futuro da Amazônia depende da capacidade de implementar as reformas de forma responsável e eficiente, sempre adaptando as estratégias conforme necessário para garantir que o desenvolvimento seja sustentável e a aplicação desses novos fundos seja a um tempo competente, transparente e inclusiva.”
Os gaúchos já demonstraram historicamente que são empreendedores dinâmicos e inovadores, e que o Estado dispõe de capital social e institucional para superar os problemas socioeconômicos e socioambientais resultantes do desastre ambiental das inundações e das enchentes. Particularmente, deverão planejar a gestão sustentável dos recursos hídricos com o apoio da Agência Nacional de Águas (ANA) os quais, no Rio Grande do Sul, são uma benção na Natureza e não apenas numa visão de curto prazo, fonte amaldiçoada de desastres ambientais, um fato que já havia sido observado desde a Descoberta do Brasil.
“A mobilização de atores públicos e privados - exatamente para proceder ao mecanismo inteligente da prevenção - torna-se essencial nesse contexto para desenvolver e implementar iniciativas que se adaptem às novas realidades impostas pelo clima e pelo desenvolvimento regional.”
Por uma tentação de que conseguimos compreender, controlar e prever absolutamente tudo, formam-se inúmeros politburos. Diante deles as iniciativas individuais e cooperativas se rendem...
"Para saber para onde estamos indo em termos de concentração de renda, dos níveis de pobreza, de extrema pobreza e de desigualdades sociais, temos que avaliar se as políticas macroeconômicas e as políticas sociais em andamento estariam tendo a intensidade, a cadência e o sequenciamento necessários para promover grandes transformações e mudanças estruturais na evolução da sociedade brasileira"
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.