“E para superar os desafios da bioeconomia na Amazônia, não há outro caminho que não seja integrar a qualificação técnica com melhorias na infraestrutura. Investimentos estratégicos em educação, capacitação técnica, estradas, telecomunicações e energia são fundamentais, a chave e a senha de um novo amanhã.”
“Doutor em Desenvolvimento Regional e com larga experiência no assunto, o professor José Alberto é um pregador do desenvolvimento sustentável da Amazônia, matéria que ele domina e bandeira que ele desfralda apaixonadamente por onde tem andado. UFAM, Suframa, Inpa, Ministério Público Estadual e onde é chamado. Atento aos benefícios para nossa gente, se especializou em Crédito de Carbono, uma fonte de recursos e oportunidades que o mundo inventou e o Brasil formalizou e que precisa alcançar os principais destinatários: homens e mulheres da Amazônia. Confira a entrevista!”
"O Fundo foi criado há mais de 30 anos para fomentar a economia do interior, hoje regulado pela lei 2826/03, e é sustentado pelas atividades da ZFM – Zona Franca de Manaus, mas o dinheiro está parado"
"Agora, nossa logística receia sofrer novamente o estrangulamento da Seca de 2023. Realmente foi extraordinário. Mas foram os mesmos pontos de menor profundidade que desde sempre costumam fazer os navios de grande porte reduzirem a capacidade, elevando sobremaneira o frete aquaviário nos meses de seca."
“Incorporar os princípios de ESG, portanto, no cerne das operações e inovações das empresas tornou-se uma necessidade estratégica. Ao focar em iniciativas de proteção ambiental, impacto social significativo e governança efetiva, as empresas começam a se posicionar como líderes na resolução de desafios globais, como o desmatamento da Amazônia”.
Para a nossa região os investimentos de infraestrutura devem ter como foco a constituição de uma rede logística articulada que agregue transporte, energia e comunicação. Para isso seria muito interessante o aprimoramento da atuação do BNDES com a SUDAM e o Banco da Amazônia, complementando estratégias de investimentos dessas instituições, bem como identificando novas oportunidades de atuação conjunta e estímulos às atividades econômicas que preservem o meio ambiente.