A vergonha, portanto, não repousa sobre a bioeconomia que ainda engatinha. Ela recai sobre os que, dispondo dos meios, vacilam em mudar o destino de uma das regiões mais estratégicas do planeta. Ainda há tempo. Mas, como aprendemos com o ritmo lento dos rios e o furor imprevisível das cheias, o tempo amazônico é paciente, mas tem limites. Como diz Rocha, “…só poderemos transcender o pessimismo sobre a Amazônia quando começarmos a perceber um uso responsável de seus recursos e um encolhimento da fome e da pobreza no seu interior profundo.” Afinal, ninguém pode adiar direitos e benefícios para sempre.
Convido os empresários brasileiros e internacionais a olharem para a Zona Franca de Manaus com os olhos do futuro. Aqui, o investimento se traduz em retorno financeiro e legado sustentável. Vamos construir juntos o novo capítulo da indústria brasileira
É hora de superar a visão estreita que reduz o PIM a uma renúncia fiscal. Trata-se de uma engrenagem complexa e virtuosa, um modelo de soberania regional, equilíbrio federativo e integração da floresta à economia do século XXI. É, sem dúvida, um ativo estratégico do Brasil diante dos desafios globais da transição energética, do combate às desigualdades e da construção de um novo pacto verde.
Ao gerar mais de 500 mil empregos, entre diretos e indiretos, e oferecer múltiplas oportunidades de negócios, a ZFM eleva a qualidade de vida de milhares de famílias e responde por emprego, renda e geração de riqueza para 30% de toda a Região Norte.
A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) vem se consolidando como referência nacional em governança pública e como articuladora de um novo modelo de desenvolvimento para a Amazônia Ocidental. Em entrevista ao portal Brasil Amazônia Agora, o superintendente Bosco Saraiva detalha os avanços em áreas estratégicas como ESG, bioeconomia, infraestrutura, interiorização da economia e modernização industrial.
“É digno e justo insistir que, na relatoria da Reforma Tributária, com Eduardo Braga e na coordenação dos demais parlamentares do Congresso Nacional, Omar...
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.