O resto da história todos conhecemos. O super Guedes hoje é decorativo e finge de égua para se manter ali com a desculpa, tenho certeza, para seus amigos mais próximos, de que se jogar o boné vai ser pior, quiçá outro general com grande experiência estratégica em economia.
Antropólogo traça a história do “poder paralelo” no país, dos “esquadrões da morte” da ditadura à rede de grupos truculentos que, hoje, oprime favelas e se infiltrou na política. Há saídas — mas exigem redemocratizar instituições caducas
Manaus é uma cidade essencialmente industrial, onde as empresas tem múltiplas responsabilidades sociais. E temos certeza que o novo prefeito, com sua bagagem administrativa e espírito cívico cuidará desse embaraço constrangedor.
A população amazônida, sem saber por certo os seus benefícios diretos e indiretos, sem métricas que possam indicar o cumprimento das suas expectativas, carecem de motivações plenas para participar ativamente em uma empreitada que possa, de fato, lhe trazer benefícios.
“Enquanto isso, fazemos de conta que ontem experimentamos a “festa da democracia”. Por isso que alguns de nós (excluo-me deste grupo) querem um “salvador da pátria” que seja autoritário. O que é ruim sempre pode piorar.”