A Polícia Federal intensificou, nesta quarta-feira (4), suas investigações em torno de um esquema criminoso que alegadamente prejudicou a saúde de mais de 10...
Conselho Indígena de Roraima pede informações e providências para órgãos públicos, dentre os quais Funai, Ministério Público e governo do estado.
Por Octavio Guedes -...
O garimpo tornou o mercúrio uma substância bastante comum no entorno das áreas exploradas, principalmente aquelas no coração da Amazônia. Ele impregna o solo,...
Frans Timmermans, vice-presidente da Comissão União Europeia para o Pacto Ecológico Europeu, está no Brasil para tratar da COP30
O vice-presidente executivo da Comissão Europeia...
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.