Projeto Reuse garantiu o descarte correto de 3.558 peças, que incluem sofás, colchões, camas box, poltronas e almofadas
A cidade de Hortolândia, no interior de...
Com material importado da Itália, a Tessalt Suit chegou ao mercado com proposta de conscientização sobre o cuidado com o meio ambiente
A Tessalt Suit ganhou forma...
Rota de viagens marca inauguração de obras de saneamento no Nordeste
O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, iniciará um roteiro de dez viagens para a...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.