Tag: comunidade indígena

Expansão do garimpo deixam turvas águas de “Caribe amazônico”

Além do agro, outro queridinho presidencial são os garimpeiros. Estimulados por sua declarada preferência, eles têm avançado sem dó ou piedade sobre a Amazônia....

Sob pressão de invasores e da FUNAI, líderes indígenas são forçados a “aceitar” redução de mais de metade da Terra Apyterewa

Um dos principais temores dos Povos Indígenas brasileiros é que territórios já demarcados e homologados sejam modificados pelo governo federal, tal como prometido pelo...

Demarcação de Terras Indígenas: relator vota contra marco temporal no STF

O ministro Edson Fachin, do STF, votou nesta 5ª feira (9/9) contra a tese do marco temporal na demarcação de Terras Indígenas. Relator da...

Cacau: Fonte de renda e de novas perspectivas para comunidade indígena

“Quando a gente quer e acredita, corre atrás para realizar o sonho. Estamos animados para melhorar cada vez mais a qualidade do cacau daqui,...

Comunidade indígena do Amazonas obtém sucesso com práticas de turismo comunitário

A opção por um turismo com maior participação da população trouxe benefícios sociais e econômicos a uma comunidade indígena no Amazonas Por: Antonio Carlos Quinto Uma...

Grupo de pesquisas do Inpa encontra 17 novas espécies de cogumelos na Amazônia

Os cogumelos são uma alternativa economicamente viável pelo potencial de uso na indústria alimentícia, ou outras

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"Rara, perfumada e adaptada às areias brancas da Amazônia,...

O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.